Taro

Taro

Muitas pessoas começam a ter interesse em saber mais sobre si mesmas, aqueles à sua volta e o futuro através dos astros. Entre horóscopos, mapas astrais e previsões, a curiosidade humana é atiçada ao longo do tempo. Porém o Taro é uma arte mais profunda e, quando descoberto, torna-se a principal forma de direção e autoconhecimento encontrada pelas pessoas. A astrologia desperta o interesse do ser, e o Taro fascina devido à assertividade das previsões.

Ninguém sabe ao certo de onde o Taro veio. Os primeiros escritos são apanhados em folhas soltas de autores desconhecidos. Tive a oportunidade de ver alguns destes escritos em um museu na Suíça. Lá também pude ver alguns baralhos legais e diferentes.

Sabe-se que o Taro chegou à Europa através do norte da África, muito possivelmente pelas mãos dos nômades ou dos ciganos. Imagina-se que tenha origem no povo Hebreu, mas há quem diga que veio do Egito. Há também quem diga que veio da China, pois encontraram desenhos muito semelhantes aos arcanos maiores feitos em cascos de tartarugas. Porém, nunca saberemos sua verdadeira origem. Antigamente o baralho era usado não só para adivinhações, mas também para jogos de azar. Até hoje existe em Paris uma escola de Taro exclusiva para jogos e campeonatos, assim como o bridge. Há 30 anos fui lá conferir, mas confesso que não gostei.

Há mil maneiras de ler e interpretar o Taro. Eu sou da linha divinatória. Gosto das previsões, do por vir e de desbravar o amanhã, mas ele também pode ser usado para autoconhecimento. As 78 lâminas são um convite maravilhoso a uma viagem inesquecível, rica e cheia de respostas. Dependendo de suas andanças pela vida, suas encruzilhadas e seus caminhos, o Taro pode ser um ótimo aliado e companheiro, incentivando-o a avançar ou recuar, esperar ou, até mesmo, desistir e buscar novas alternativas.

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